Trabalhar com Digital Teams: porque o futuro do software não é contratar programadores, mas sim integrar ativos de alto rendimento

O verdadeiro desafio digital não está em contratar talento, mas sim integrá-lo com direção e propósito. Face ao modelo tradicional de body-shopping, os Digital Teams trazem gestão, contexto e previsibilidade. Neste artigo, explicamos como construir equipas que realmente contribuem para escalar o seu negócio

Trabalhar com Digital Teams: porque o futuro do software não é contratar programadores, mas sim integrar ativos de alto rendimento

No contexto atual do Full Digital Commerce, a capacidade de escalar equipas tecnológicas tornou-se um dos principais obstáculos para as grandes organizações. No entanto, existe uma espécie de paradoxo: as empresas precisam de talento especializado de forma imediata, mas os processos de recrutamento tradicionais são lentos, enquanto o modelo de body-shopping convencional disponibiliza profissionais muitas vezes sem um enquadramento estratégico e desligados dos objetivos do negócio. É neste cenário que incorporamos a Digital Teams.

Quando uma consultora tecnológica se limita a colocar um profissional (seja em regime presencial ou remoto) na equipa do cliente e não acompanha a sua evolução técnica até à renovação do contrato, acaba por gerar equipas com uma curva de desempenho decrescente e uma falta de alinhamento operacional preocupante.

Para um líder de IT ou para um BPO em setores exigentes, os riscos associados ao body-shopping tornam-se evidentes. Não se procura apenas alguém que saiba desenvolver códigos, mas sim uma equipa que compreenda o ecossistema do comércio eletrónico, preparada para atuar em ambientes críticos e que consiga responder a desafios de escalabilidade.

Na Redegal, após mais de duas décadas a liderar processos de transformação digital e já enquanto empresa cotada (RDG), compreendemos que a solução não passa por “alugar recursos”, mas sim por integrar Digital Teams: equipas estruturadas com um triplo nível de gestão, capazes de garantir velocidade, qualidade e, acima de tudo, previsibilidade.

Técnicas para aplicar nas fases-chave da integração de Digital Teams

De seguida, apresentamos algumas técnicas que podem ser utilizadas nas principais fases de integração de uma equipa de desenvolvimento: seleção, implementação e governação contínua ao longo do projeto. 

Seleção: mais além do currículo

O sucesso de um Digital Squad começa muito antes do primeiro sprint. Na Redegal, substituímos os modelos tradicionais de recrutamento por uma abordagem que designamos como Engenharia do Talento. Trata-se de um processo altamente seletivo, no qual cerca de 85% dos candidatos são excluídos antes mesmo de chegarem à fase de contacto com o cliente.

Existem diversas técnicas que ajudam a prever o desempenho real de um candidato. Por exemplo, é possível ampliar o âmbito de análise da sua formação (através de uma auditoria à Pegada Digital, que vai além do CV tradicional do candidato), podem ser simuladas situações de stress produtivo, ou ainda colocar o candidato perante sistemas com dívida técnica, para que aplique técnicas como o invers coding .

No vídeo seguinte, é possível acompanhar uma explicação mais detalhada deste processo de seleção, junto com o apoio dos nossos especialistas.

Imersão: o Método Full Digital 

Uma equipa externa não se torna produtiva apenas por ter acessos ou credenciais atribuídas. Na Redegal, rejeitamos o modelo de “chegar e executar”. Em vez disso, ,aplicamos um processo de imersão baseado na nossa metodologia própria: o método Full Digital.

As nossas equipas operam segundo diferentes fases do ciclo de vida do projeto, que promovem uma mentalidade de produto no desenvolvimento. Este modelo inclui etapas que priorizam o contexto para compreender o negócio por detrás de cada linha de código, o think & plan para reduzir o retrabalho, a execução ágil orientada para entregas funcionais e contínuas e a otimização contínua dos processos do cliente.

Management: o suporte invisivel dos Digital Teams

A verdadeira diferença está entre o staffing e o desempenho dos Digital Teams da Redegal está na estrutura de suporte que envolve cada squad. Libertamos o cliente da microgestão diária ao aplicar um modelo de gestão com três dimensões:

  • A camada técnica (Code quality & architecture) gerida por um Tech Lead da Redegal.
  • A camada People (Retention & wellbeing) onde aplicamos Squad Health Checks mais alinhados com as necessidades do cliente.
  • A camada de Negócio (Strategic alignment) onde identificamos bloqueios organizacionais e aplicamos um capacity planning dinâmico que se ajusta a momentos-chave (campanhas, fases de expansão)

O principal risco de equipas externas a longo prazo é a entrada em modo de “piloto automático”. Para evitar isto, a Redegal implementa mecanismos de inovação proactiva. Por exemplo, incentivamos as equipas a dedicar parte do seu tempo a questionar o statu quo e propor melhorias, mesmo que não estejam previstas no backlog oficial. Além disso, garantimos a ligação do squad ao conhecimento e à inteligência da rede global da Redegal.

Em resumo, num mercado digital saturado, a capacidade de execução é tudo. Ao optar pelos Digital Teams da Redegal, não está simplesmente a contratar pessoas para preencher posições, está sim a integrar um ecossistema de desempenho sustentado por mais de 400 casos de sucesso e mais de 21 anos de experiência. Se pretende fazer parte desta equipa, falamos?

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