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Quais são as tendências de marketing digital para 2026? Contamos-te tudo para que possas antecipar-te e começar desde já a trabalhar nelas. Aqui estão 10 tendências que vão marcar o setor neste ano.
Manter-se atualizado no mundo do marketing digital é fundamental para alcançar o público, estabelecer uma ligação autêntica e fazer com que este escolha a tua marca. Para tal, é necessário conhecer as tendências de marketing digital em 2026, marcadas pela inteligência artificial, pelo conteúdo personalizado e pela criação de valor para as audiências.
É precisamente por essa razão que, neste artigo, exploramos as principais tendências de marketing digital que irão dominar 2026. Estás preparado para as descobrir? Vamos pôr-nos a par.
A Think with Google já fez as suas previsões de marketing para 2026 e tudo indica que será um ano marcado pelos avanços na inteligência artificial e pelas novas descobertas tecnológicas. O resultado? Uma mudança profunda na forma como as pessoas interagem com as marcas.
Estas são as tendências de marketing digital 2026 que te vão ajudar a ligar-te melhor aos teus consumidores e a construir estratégias mais eficazes:
A identidade visual de 2026 já tem nome e apelido. A Pantone revelou a cor que vai definir a estética do design: PANTONE 11-4201 Cloud Dancer.
Este tom suave e luminoso responde a uma necessidade global de calma, clareza e equilíbrio, num contexto cada vez mais saturado de estímulos. É o momento certo para considerar a inclusão desta cor na paleta da tua marca, seja no design de conteúdos para redes sociais, na criação de packaging ou no desenvolvimento de páginas web.
A inteligência artificial continuou a evoluir ao longo de 2025, ampliando as suas capacidades à geração avançada de imagens e conteúdos. Em 2026, este desenvolvimento dará mais um passo em frente e desempenhará um papel-chave no crescimento do Agentic Commerce, um novo modelo de comércio impulsionado por agentes autónomos de IA.
Será o ano em que estes agentes começarão a realizar compras completas em nome dos utilizadores. Irão analisar necessidades, comparar produtos, selecionar a melhor opção e executar a compra com um nível de autonomia sem precedentes. Esta transformação promete reduzir drasticamente a fricção no processo de compra, otimizar a tomada de decisões e poupar tempo tanto aos consumidores como às marcas.
Segundo a Cyberclick, o vídeo passa a assumir um papel essencial nas vendas. Mas porquê? Os chamados shoppable videos vão permitir que os utilizadores interajam com os produtos e efetuem compras sem necessidade de abandonar o conteúdo nem a plataforma de origem, como por exemplo o formato Live shopping.
A chave do sucesso destes vídeos está na combinação entre entretenimento e informação sobre o produto, permitindo ainda a incorporação de etiquetas clicáveis, janelas pop-up ou links, o que aumenta o interesse de compra devido à reduzida fricção no processo da compra.
Além disso, cada interação gera dados valiosos para a otimização do funil de conversão. Os vídeos interativos oferecem experiências imersivas que ligam emoção e funcionalidade.
Os dados vão afirmar-se como um pilar fundamental do marketing digital 2026. A análise de dados em tempo real será uma das principais tendências do setor, permitindo otimizar campanhas com maior precisão e torná-las mais eficazes.
Conhecer a audiência para personalizar mensagens, monitorizar o desempenho de conteúdos ou campanhas e fazer ajustes que permitam redirecionar estratégias e melhorar resultados são algumas das vantagens da análise de dados.
Além disso, dispor de dados é sinónimo de dispor de informação e permite antecipar comportamentos. Será possível apostar no marketing preditivo, ou seja, prever as ações dos consumidores para segmentar audiências e oferecer uma experiência única a cada utilizador.
Uma das previsões da Google para 2026 baseia-se no apelo à nostalgia como eixo central das campanhas publicitárias. Perante o caos e o stress do quotidiano, os consumidores “procuram conforto e identidade”, e os dados mostram que esta abordagem funciona efetivamente. As ações que recorrem à nostalgia demonstram que podem aumentar a empatia por uma marca em até 20% (Pulse Advertising).
Como podes transformar esta tendência numa ação publicitária? Por exemplo, podes revisitar a história da tua marca e identificar os elementos que mais impacto tiveram junto do teu público. Pode ser um logótipo, um produto ou serviço, um slogan, uma música… Recupera esse elemento e adapta-o à realidade atual do teu negócio. Desta forma, consegues, entre outros benefícios, que um novo lançamento seja percecionado como algo familiar e próximo pelo consumidor.
O conteúdo interativo sempre foi uma parte importante para criar ligação com a audiência e fazê-la sentir-se parte da marca. A Google indica que, em 2026, o desejo do público por participar vai muito mais além, sobretudo porque as audiências mais jovens cresceram em contacto permanente com a tecnologia. A esta tendência chamam maximalismo criativo.
Este comportamento faz com que os utilizadores não queiram apenas consumir histórias, mas também participar nelas. Isto implica a criação de um universo onde os utilizadores possam entrar, explorar e descobrir a tua marca, não basta lançar uma campanha isolada. Em vez de conteúdos fechados, será necessário disponibilizar recursos como sons, personagens ou ferramentas criativas, permitindo que os utilizadores construam a sua própria narrativa.
Com plataformas como o ChatGPT a ultrapassarem os 700 milhões de utilizadores ativos semanais, a forma como as pessoas pesquisam e consomem informação mudou de forma radical.
O SEO está a evoluir e passa a integrar-se com o GEO (Generative Engine Optimization). O objetivo já não é apenas aparecer na primeira página de resultados, mas garantir que atua marca e os seus conteúdos sejam citados como referências e fontes, por exemplo, no Modo IA da Google e nos AI Overviews.
Neste novo ecossistema, as palavras-chave tradicionais perdem protagonismo face aos prompts e às pesquisas diretas. O posicionamento torna-se mais conversacional, contextual e multimodal, integrando texto, imagem e voz. Para se destacarem, as marcas terão de apostar em conteúdo aprofundado, útil e de elevada autoridade, reforçando a experiência, a credibilidade e a confiança, de acordo com o princípio EEAT.
Em 2026, tal como estima a Cyberclick, o público irá procurar espaços mais fechados e personalizados. Perante a saturação das redes sociais tradicionais, os utilizadores estão a migrar paramicrocomunidades em plataformas como WhatsApp, Telegram ou Discord, à procura de ligações mais significativas e de um verdadeiro sentimento de pertença.
A tendência aponta para que as marcas aproveitem estes ambientes para gerar interações autênticas e construir uma lealdade mais profunda através da segmentação. Neste ecossistema, a comunicação direta e a confiança assumem um papel central. Por isso, em 2026, uma métrica-chave será o retorno do investimento (ROI) gerado a partir da participação dos utilizadores.
O User Generated Content (UGC), ou conteúdo gerado pelos utilizadores, irá consolidar-se como um canal publicitário fundamental. De acordo com o estudo Consumer Trends Survey, da HubSpot, as redes sociais são o principal canal de descoberta de produtos, e 63% dos utilizadores valorizam conteúdo autêntico.
Portanto, a relevância do UGC e do conteúdo pessoal mantém-se e continuará a evoluir em 2026 com a integração da inteligência artificial. Surge o AI-UGC (AI-assisted User-Generated Content), uma abordagem que combina a autenticidade do conteúdo criado por pessoas reais com a velocidade e a capacidade de escalabilidade da IA, permitindo uma produção de conteúdos mais eficiente sem perder a credibilidade.
O marketing de influencers continuará a crescer em 2026 e consolidar-se-á como uma peça-chave na estratégia de conteúdos. De acordo com o portal Marketing Directo, com base no estudo de tendências de marketing 2026 da SAMY, 48% dos profissionais da área irão aumentar o investimento neste canal.
Neste contexto, os microinfluenciadores ganham protagonismo pela sua capacidade de gerar confiança e engagement em comunidades de nicho. No entanto, tal como refere o Marketing Directo, com base num relatório da Reachbird, com a chegada da IA, o conteúdo com influenciadores que partilham conhecimento e adotam uma abordagem mais educativa e informativa será determinante para se diferenciar e gerar maior confiança junto do público.Sem dúvida, o social listening e a compreensão das reais necessidades e interesses da audiência serão fatores essenciais para estabelecer uma ligação eficaz.
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